O risco de interferência na produção de provas foi um dos motivos que levaram à prisão do policial militar Geraldo Leite Neto, indiciado pelo feminicídio de sua companheira, a soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, e por fraude processual, já que comunicou o caso como suicídio.
Segundo o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), a gravidade do caso também foi considerada para justificar a decisão, que atendeu a pedido da Polícia Judiciária Militar.
O tenente-coronel da PM, de 53 anos, foi preso nesta quarta-feira (18), em sua residência, na cidade de São José dos Campos.