As forças de segurança reforçam o alerta sobre os riscos da soltura de balões, prática que é proibida por lei. O crime pode provocar incêndios de grandes proporções em áreas de vegetação, imóveis e redes elétricas, além de representar perigo para o tráfego aéreo. Durante o período de estiagem, que ocorre entre junho e outubro, a baixa umidade do ar e a vegetação seca favorecem a rápida propagação do fogo, aumentando o potencial de danos ao meio ambiente e ao patrimônio.
Segundo a Polícia Militar Ambiental, a prevenção é a principal estratégia para evitar acidentes e danos ao meio ambiente. O trabalho da corporação vai além da repressão à soltura dos balões e abrange toda a cadeia dessa prática criminosa, desde a fabricação e o armazenamento até o transporte e a comercialização dos artefatos.
“O período de estiagem aumenta significativamente o risco de incêndios em razão da baixa umidade do ar, da vegetação mais seca e da maior propagação do fogo. Nesse cenário, a soltura de balões representa uma ameaça ainda mais grave, porque o artefato não tem controle de direção, altura, deslocamento ou ponto de queda”, afirmou o porta-voz da Polícia Militar Ambiental, tenente Aurélio Teixeira.